Saudações, amigos.
Não vou ficar me postergando nas introduções e vou direto ao assunto.
Hoje, no dia 14/04/2011, eu li no jornal "O Estado de São Paulo" duas matérias que eu acho que valem a pena comentar com vocês.
A primeira diz respeito ao fato de que encontraram uma mensagem onde os líderes do VAR-Palmares, uma das organizações que promoveram a guerrilha do araguaia, desejavam matar alguns oficias militares durante a ditadura.
Eu não vou escrever nada sobre a ditadura em si pois, embora eu tenha nascido ainda sob sua vigência (1981), não vivi a mesma. Não sei como funcionou o sistema de repressão do regime, nem tampouco a nóia que a população viveu.
O que eu sei deste período é o que meus pais me contam, o que não é muita coisa, e aquilo que aprendi na escola e na mídia. Acredito que, por causa de seu passado, o Prof. Juscelino Vieira Mendes, por ter feito parte da luta armada, tem mais propriedade para falar sobre o regime. (Aliás , professor, caso queira enriquecer meu blog com algum comentário, ou mesmo texto sobre o tema, ficarei extremamente grato.)
Porém, eu quero fazer uma reflexão aqui: Por que estes arquivos não são abertos de uma vez?
O grupo VAR-Palmares é, segundo o jornal, o grupo de que a presidente Dilma fez parte. Alguns opositores dela a acusam de ser "uma bandida". Mas idolatram outros em situação de opositores ao regime, assim como ela, dizendo que os mesmos foram "heróis". Eu confesso que não sei o que dizer, e isto muit me irrita.
A segunda diz respeito a uma nota publicada que declara que o condidato derrotado nas eleições do ano anterior, o senhor José Serra, será colunista do Jornal.
Mano. Fala sério! Depois os jornais se questionam por que suas assinaturas e vendagens caem. Nada contra o cara, mas o que dizer a favor?
Já não chega ter de aturar jumentos como o Arnaldo Jabor, Eliane Catanhede, Diogo Mainardi, e agora vão transformar o José Serra em colunista? "formador de opinião", como dizem? Desculpa, mas eu não dou conta não.
Digam aí o que vocês pensam e até a próxima.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
LEY DE MEDIOS JÁ!!! (Parte 2)
Saudações amigos.
Eu tenho alertado vocês de que as coisas não vão bem no mundo, e cada hora acontecem coisas que me fazem crer que estou certo. Como, por exemplo, algumas "modas" gringas que se incorporam a nossa cultura.
Digo isto pois, hoje, por volta das 08 hs da manhã, um tresloucado invadiu uma escola no Realengo, Rio de Janeiro, atirando contra tudo e todos. Saldo de tal carnificina é de, até agora, 13 crianças mortas e o atirador suicidado.
De fato. Uma tragédia. Eu fico imaginando a dor das famílias e amigos de cada uma das vítimas, e do atirador também, pois como eu li numa graphic novel do Batman, "sejam cicatrizes físicas ou psíquicas, o crime fere a todos que toca, envenena a mente e a alma, e por fim, destrói toda a esperança."
Porém, eu fico indignado com a irresponsabilidade com que a mídia brasileira trata estas questões.
Digo isto, pois nesta tarde, o que mais se viu foi programas televisivos que exploraram a imagem dos pais das crianças que vivenciaram a tragédia. Incluindo em tal exploração o cúmulo de levar alguns destes para serem sabatinados por seus apresentadores.
Sabe, gente. É demais para minha cabeça tal tipo de coisa. Será que não existe ética para os produtores de televisão no nosso país? É correto isso?
Eu confesso para vocês que raramente assisto televisão, e nos últimos tempos, com o advento da internet, tenho assistido muito pouco. Mas o que me motiva a isto é justamente a falta de compromisso com a qualidade e ética das produções.
Por isso eu, mais uma vez, peço que seja votada e efetivamente aplicada uma lei para regular a atuação da mídia. Não dá mais pra aguentar isso!
Fiquem com Deus. Orem pelo povo do Rio de Janeiro e do Japão. Até a próxima.
Eu tenho alertado vocês de que as coisas não vão bem no mundo, e cada hora acontecem coisas que me fazem crer que estou certo. Como, por exemplo, algumas "modas" gringas que se incorporam a nossa cultura.
Digo isto pois, hoje, por volta das 08 hs da manhã, um tresloucado invadiu uma escola no Realengo, Rio de Janeiro, atirando contra tudo e todos. Saldo de tal carnificina é de, até agora, 13 crianças mortas e o atirador suicidado.
De fato. Uma tragédia. Eu fico imaginando a dor das famílias e amigos de cada uma das vítimas, e do atirador também, pois como eu li numa graphic novel do Batman, "sejam cicatrizes físicas ou psíquicas, o crime fere a todos que toca, envenena a mente e a alma, e por fim, destrói toda a esperança."
Porém, eu fico indignado com a irresponsabilidade com que a mídia brasileira trata estas questões.
Digo isto, pois nesta tarde, o que mais se viu foi programas televisivos que exploraram a imagem dos pais das crianças que vivenciaram a tragédia. Incluindo em tal exploração o cúmulo de levar alguns destes para serem sabatinados por seus apresentadores.
Sabe, gente. É demais para minha cabeça tal tipo de coisa. Será que não existe ética para os produtores de televisão no nosso país? É correto isso?
Eu confesso para vocês que raramente assisto televisão, e nos últimos tempos, com o advento da internet, tenho assistido muito pouco. Mas o que me motiva a isto é justamente a falta de compromisso com a qualidade e ética das produções.
Por isso eu, mais uma vez, peço que seja votada e efetivamente aplicada uma lei para regular a atuação da mídia. Não dá mais pra aguentar isso!
Fiquem com Deus. Orem pelo povo do Rio de Janeiro e do Japão. Até a próxima.
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