Saudações, amigos da liga do bem. Tudo bom com vocês?
Sem ter que responder a nenhuma provocação, hoje posso continuar com meu plano de escrever sobre a poesia que postei alguns dias atrás.
Não quero fazer uma interpretação hermeneutica dela, até porque não sou nenhum professor da língua pátria. Quero falar sobre como nós, humanos, podemos conduzir nossa história do jeito que quisermos.
Para tanto, vou contar o que aconteceu comigo no último final de semana.
Minha "more" me mostrou um filme com o mesmo título desta série de postagem, por me conhecer e saber que eu sou um grade admirador da obra política de Nelson Mandela, já que tal filme conta como foi importante a atuação dele para transformar a África do Sul num país integrado, mesmo com todos os traumas gerados pelo Apartheid.
Para quem me lê e não sabe, o Apartheid foi a política de segregação racial que perdurou durante quase todo o século passado naquele país, e em alguns outros, como os EUA. Por tal política, negros e brancos deveriam ter acessos diversos, morar em bairros diferentes... Enfim, não poderia haver integração entre as duas etnias.
Ocorre que, por força desta política, negros e brancos não tinham as mesmas oportunidades, o que colocou aquele país com o título de possuir a pior distribuição de renda do mundo.
[Nota: Mesmo não tendo passado por tal sistema político, a divisão de renda brasileira é muito próxima a da sulafricana, mas isso é tema para outro texto.]
Nelson Mandela, líder na luta dos negros sulafricanos por igualdade, foi preso por 27 anos numa prisão de segurança máxima de lá, em uma cela de 5m², cuja mobília é era uma esteira, uma coberta, uma cadeira e um pinico.
Tudo isso por lutar pelo certo.
Se fosse qualquer um no lugar dele mataria a todos os seus inimigos quando saísse de lá. Mas ele não fez isso. Ele perdoou a todos.
Eu admirava a obra política dele, agora começo a admirá-lo como pessoa, pois não sei se ele é evangélico ou católico, e não me interessa saber, pois ele mostrou como ser um cristão. (Diferente de alguns de nossos líderes religiosos)
O poema que postei anteriormente era o poema que ele (Mandela) usou como ferramenta contra o desespero que tentava se levantar contra ele quando esteve preso. E que eu, agora, uso como fonte de inspiração pessoal também, pois não sei vocês, mas eu quero alcançar tal nível de sabedoria e serenidade.
Quero me tornar um indivíduo melhor, que não se deixa dominar por seus temores ou sentimentos nocivos. Que saiba tratar a todos com respeito e igualdade, não importando suas crenças, aparência física ou classe social. Que inspire os outros a buscar seu melhor e que sempre faça o seu melhor.
Enfim, quero aprender a ser como Cristo foi. Assim como Mandela mostrou que é possível ser.
Fico por aqui, amigos, mas com certeza farei novas postagens, pois, parafraseando o Emicida, "isso aqui não é sobre usar Grillz, é sobre não usar grilhões".
Fiquem com Deus e até a próxima.
Se continuar nesse caminho com certeza vc vai conseguir ... e eu tb !!!
ResponderExcluirlove you...bjsss